sexta-feira, 14 de março de 2014

A História proibida

Olavo de Carvalho - Digesto Econômico


Carl Schmitt definia a política como aquele campo da 

atividade humana no qual, não sendo possível nenhuma 

arbitragem racional dos conflitos, só resta juntar os amigos 

e partir para o pau com os inimigos. Invertendo a célebre 

fórmula de Clausewitz, a política tornava-se assim uma 

continuação da guerra por outros meios. Nessa perspectiva, 

o que quer que se dissesse a respeito deveria ser julgado 

não por sua veracidade ou falsidade, mas pela dose de 

reforço que desse aos “amigos” e pelo mal que infligisse aos 

“inimigos”.

Fidel Castro e Lula discursando em encontros do Foro de São Paulo

A quase totalidade da bibliografia nacional sobre o golpe de 

Estado de 1964 segue rigorosamente essa receita. A 

hipótese de discutir racionalmente os argumentos dos 

golpistas é afastada in limine como “extremismo de direita” 

ou como adesão retroativa ao movimento que, com forte 

apoio popular, derrubou João Goulart e inaugurou a era dos 

presidentes militares. A única função que resta para o 

historiador é, portanto, reforçar o elemento macabro na 

lista dos crimes de um dos lados e enaltecer os do outro 

lado como boas ações incompreendidas.


A universidade brasileira tem nisso uma das suas principais 

missões educacionais. Não espanta que para cumpri-la tenha 

tido de reduzir mais de cinqüenta por cento dos seus 

estudantes ao estado de analfabetismo funcional,[1] 

tornando-se assim uma organização criminosa empenhada 

na prática da fraude em grande escala. 


A ciência política começou quando Sócrates, Platão e 

Aristóteles inauguraram a distinção entre o discurso do 

agente político e o do observador científico. Essa distinção 

não poderia ser mais clara nem mais incontornável: o 

primeiro destina-se a fazer com que determinadas coisas 

aconteçam, o segundo a compreender o que acontece. O 

próprio agente político, quando fala entre amigos, tem de 

ser um pouco cientista para dar a eles uma visão realista do 

estado de coisas antes de lhes dizer o que devem fazer. 

Levada às suas últimas conseqüências, a regra schmittiana 

resulta em suprimir toda possibilidade de um conhecimento 

objetivo do estado de coisas e em meter os amigos numa 

enrascada dos diabos. Ninguém praticou isso com mais 

dedicação do que os comunistas, que por isso mesmo 

acabaram matando mais comunistas do que todas as 

ditaduras de direita reunidas e somadas. 

Vítimas do Massacra de Katyn, na Rússia socialista

Até hoje ninguém contestou satisfatoriamente a minha 

assertiva de que nos anos 30-40 do século passado um 

marxista de estrita observância teria maior probabilidade 

estatística de sobreviver na Espanha de Franco ou no 

Portugal de Salazar do que em Moscou.


Quase toda a bibliografia nacional sobre o golpe de 1964 e 

sobre o regime militar que se lhe sucedeu só tem, portanto, 

o valor de um documento bruto sobre a visão que uma das 

facções em luta tinha (e tem) dos acontecimentos. Como 

estudo científico-objetivo, não vale nada. Que alguns 

poucos livros se oponham a essa uniformidade consensual 

não melhora em nada a situação, pois expressam antes a 

reação enfática de uma minoria indignada do que um sério 

desejo de compreender o que se passou. E a desproporção 

entre ataque e defesa se torna ainda mais significativa 

porque – notem – os governos militares, com todos os 

recursos que tinham à mão, não espalharam um volume de 

propaganda anti-Goulart – ou anticomunista -- que chegasse 

a um milésimo do que se escreveu e publicou contra eles 

depois que foram alijados do poder. 



Guerrilheiro Carlos Lamarca


Mesmo em plena ditadura,

a produção de livros e jornais contrários ao 

regime, muitos abertamente pró-comunistas, já 

ultrapassava de longe o volume modesto da propaganda 

oficial, sem contar o fato de que esta se limitava a 

patriotadas genéricas e inócuas sem nenhum teor de ataque 

ou denúncia. O governo, enfim, cedeu à esquerda o 

monopólio do uso da linguagem, e o fez precisamente nos 

anos em que os setores mais hábeis do movimento 

comunista, em vez de se suicidar nas guerrilhas, liam 

Antonio Gramsci e se empenhavam em ocupar espaços na 

mídia e nas universidade para aí empreender a grande 

guerra cultural contra um adversário que a ignorava por 

completo.

É inteiramente normal que no dia seguinte à queda de um 

regime ele seja demonizado, mas é ainda mais normal que a 

passagem do tempo favoreça abordagens mais realistas e 

equilibradas. Este ano o golpe de 1964 completa meio 

século de história, e não só a indústria da vituperação 

continua cada vez mais próspera, alimentada agora por uma 

cornucópia de verbas estatais, mas o simples impulso de 

sugerir alguma moderação ou de pedir equanimidade na 

averiguação dos delitos de parte a parte é recebido como 

virtualmente criminoso e digno de punição. Muitos acusam 

nele, abertamente, a preparação de um outro golpe, o 

anúncio de uma nova ditadura, e, com base nesse 

hiperbolismo forçado até o último grau, legitimam o uso de 

meios ditatoriais para evitá-la.

Os genocidas socialistas Mao Tsé-Tung e Joseph Stálin

Num país onde setenta mil cidadãos são assassinados por 

ano, a morte de quatrocentos terroristas meio século atrás 

é ainda alardeada como o mais terrível – e o mais recente – 

dos traumas históricos possíveis. Chega-se mesmo a 

exclamar que o Brasil só não encontrou o caminho da 

perfeita democracia porque os “crimes da ditadura” ainda 

não foram suficientemente investigados e denunciados.[2]


Nessas condições, não é de estranhar que aspectos 

fundamentais da história daquele período fossem varridos 

para baixo do tapete, sufocados e proibidos, como se nunca 

tivessem existido e como se mencioná-los fosse o maior dos 


crimes. Eis alguns exemplos:


1. Qual a dimensão real da ameaça comunista no Brasil dos 

anos 60? A norma geral é proclamar, a priori, que essa 

ameaça era inexistente ou irrisória. Mas as mesmas pessoas 

que assim dizem são as primeiras a apontar o grande número 

de oficiais comunistas e pró-comunistas que o novo regime 

expulsou das Forças Armadas. São também as primeiras a 

cantar as glórias do esquema guerrilheiro que Fidel Castro 

havia espalhado por todo o continente americano. Conta-se 

entre lágrimas a história da Operação Condor, mas evita-se 

cuidadosamente mencionar que ela foi apenas uma reação 

tardia à fundação da OLAS, a Operação Latino-Americana de 

Solidariedade, comando-geral das guerrilhas no continente, 

que já havia matado milhares de pessoas quando os 

governos da região decidiram juntar esforços para combatê-

la.

Socialistas cubanos numa cena que parece ser a preparação para um fuzilamento

2. À profusão de investigações e denúncias sobre a ação da 

CIA no Brasil, entremeadas de mitos e lendas, corresponde, 

em simetria oposta, o total desinteresse ou a proibição 

tácita de averiguar a presença da KGB no país na mesma 

época. A abertura dos arquivos de Moscou, que tão 

profundamente modificou o panorama da sovietologia no 

mundo, foi recebida no Brasil como uma obscenidade da 


qual não se deveria falar.

A estrela vermelha e a foice-e-martelo, símbolos do totalitarismo soviético

3. A balela de que as guerrilhas surgiram em reação à 

derrubada do presidente Goulart continua sendo repetida 

com a maior sem-cerimônia, mesmo sabendo-se que desde 

1961 já havia no Brasil guerrilhas subsidiadas e orientadas 

pelo governo cubano. Nesse ponto, aliás, o simples fato de 

que o presidente Goulart, recebendo em mãos as provas do 

que se passava, escondesse tudo e remetesse em segredo a 

Fidel Castro em vez de mandar investigar essa ostensiva 

intervenção estrangeira armada, já bastava para tornar sua 

derrubada inevitável e até obrigatória.[3] No entanto, até 

hoje o golpe é carimbado como um ato de força “contra um 

presidente legalmente eleito”, como se Goulart tivesse sido 

derrubado por ter sido eleito e não por ter cometido um 


crime de alta traição.

Fidel e soldados cubanos

4. Qual foi exatamente a participação de exilados e de 

outros comunistas brasileiros na polícia política de Fidel 

Castro? Se o sr. José Dirceu foi oficial do serviço secreto 

militar cubano, é quase impossível que ele tenha sido uma 

exceção solitária. Quantos comunistas brasileiros foram co-

responsáveis por matanças e torturas de cubanos?

Guerrilheira Dilma Rousseff ao lado de um fuzil


5. Passaram-se doze anos desde que divulguei neste país o 

livro, publicado uma década e meia antes disso, em que o 

chefe do escritório da KGB no Brasil, Ladislav Bittman, 

confessava ter falsificado documentos para induzir a mídia 

local, com sucesso, a acreditar que o governo dos EUA havia 

planejado e orientado o golpe militar. Desde então nem um 

único jornalista ou historiador se interessou sequer em ler o 

livro, quanto mais em tentar uma entrevista com Bittman ou 

uma averiguação nos arquivos soviéticos. São, no total, 


vinte e sete anos de ocultação proposital.

Livro no qual o desertor da KGB L. Bittman faz revelações sobre sua atuação no Brasil


6. No mesmo livro, Bittman afirmou que a KGB tinha na sua 

folha de pagamentos, em 1964, quase uma centena de 

jornalistas brasileiros. Alguém se interessou em investigar 

quem eram eles? Encobertos sob o silêncio obsequioso de 

seus colegas e dos empresários de mídia, aqueles dentre 

eles que não morreram estão decerto em plena atividade, 

mentindo, ocultando e falsificando.


Esses seis exemplos bastam para evidenciar que a história 

oficial do golpe de 1964 é criminosamente seletiva, 

recortada para servir de instrumento de propaganda e não 

para esclarecer alguma coisa. É a historiografia schmittiana 

em ação, ajudando os amigos e assassinando as reputações 

dos inimigos.


sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

O que é a CNBB? Um aparelho da esquerda totalitária parasitando a Igreja de Cristo?...

Veja algumas das acusações e controvérsias em torno da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e acesse os links indicados para obter mais informações sobre cada uma delas:


Incitação à violência no campo (CPT e CIMI)



Governador do Mato Grosso do Sul: "Sou católico. Mas o Cimi é um braço fascista da Igreja Católica, que no meu Estado incita invasões – e já são mais de oitenta." (http://blogs.estadao.com.br/roldao-arruda/o-cimi-e-o-braco-fascista-da-igreja-catolica-diz-governador-de-mato-grosso-do-sul/)

A seguir, o testemunho do falecido Dom Manuel Pestana, um dos poucos bispos do Brasil que, no auge da Teologia da Libertação, permaneceu fiel à Sã Doutrina, à espiritualidade católica e ao zelo pela salvação das almas: "Perguntei certa vez a um bispo responsável pela Pastoral da Terra se era verdade que 80% dos títulos concedidos em Goiás já tinham sido vendidos. Respondeu-me que não podia ser tão preciso, mas o número de tais casos era elevado. Insisti, estranhando que, dessa forma, não ajudávamos para a solução de um problema social, mas fomentávamos a indústria da invasão. Disse-me que eu não estava entendendo nada: podíamos não resolver o problema, mas estávamos desestabilizando o sistema." (http://porquenaodizem.blogspot.com.br/2008/12/entrevista-com-dom-manuel-pestana-filho.html)

Assista os vídeos abaixo que tratam da questão indígena e mencionam as atividades do CIMI de agitação e incitação a invasões:




"O papel nefasto da CNBB [...] é moralmente condenável o ataque a propriedades privadas, feito por grupos do MST e seus congêneres. O apoio que recebem da Igreja, por meio da Comissão Pastoral da Terra (CPT), não legitima moralmente estas invasões. É imoral toda a contribuição que a CPT proporciona para o esbulho das propriedades dos particulares." (http://www.sacralidade.com/igreja2008/0258.entrevista.html)


Adesão ao relativismo religioso-moral e cultural (CIMI)

"Bem diferente da concepção católica tradicional das missões é a 'missiologia' que se jacta de moderna e progressista. Esta vê a sociedade tribal não somente como sendo justa e boa,  e portanto sem necessidade de nenhuma mudança [...], mas como um ideal desejável para ser seguido pela sociedade ocidental. Deixemos que os corifeus da nova missiologia neopagã falem por si mesmos." Raymond de Souza, no ebook "Infanticídio Indígena no Brasil - a tragédia silenciada". (http://saintgabriel-international.com/infanticidio.htm)

"Os missionários e as missionárias do Cimi não procuram convencer os índios individual ou coletivamente a abandonar a sua religião." (Plano Pastoral do CIMI §103)


Assassinato protegido pelo CIMI, braço indigenista da CNBB
"que o CIMI da Igreja Católica seja a favor da continuação da prática do infanticídio em nome do “respeito à cultura indígena” e seja contra um projeto de lei que visa acabar com o infanticídio, é simplesmente irracional, escandaloso, desumano." (http://saintgabriel-international.com/infanticidio.htm)

"Os missionários do Cimi não consideram o infanticídio uma prática selvagem dos índios e defendem que essa cultura tem lógica nas aldeias com pouco contato com a cultura ocidental"... "A entidade inaugurou há alguns anos um novo método de evangelização. Não batiza as crianças indígenas e aceita a teologia e os rituais dos diversos povos". ("Correio Braziliense", de 24 Julho 2008)


Promoção do discurso ideológico esquerdista em plena Quaresma (CF)

"Marxistas marcam presença no documento da Campanha da Fraternidade [...] Basta dar uma olhada nas referências bibliográficas das páginas 36 e 37 onde aparecem dois autores marxistas idolatrados pela New Left: Louis Althusser e Herbert Marcuse !!!! Althusser cansou de afirmar a primazia da luta de classes em suas obras; criticava também a individualidade (e não o individualismo) como produto da ideologia burguesa. Defendia que a religião é um dos aparelhos ideológicos do Estado. Já Marcuse é aquele que defendia a liberação sexual!!!, além de ser defensor da cultura erótica (Cf. Eros e Civilização)." (http://blog.veritatis.com.br/index.php/2009/03/20/marxistas-marcam-presenca-no-documento-da-campanha-da-fraternidade-althusser-e-marcuse/)



Formação de militância política esquerdista, sincretista e fanatizada (CEB's)


Padre discursa para militantes do MST
Clérigo à frente da militância vermelha


Bandeiras vermelhas são uma constante em encontros das CEB's


Os próprios dirigentes das CEB's admitem abertamente que a sua postura diante da Igreja não é de plena comunhão com a Sé Apostólica e com a espiritualidade católica tradicional, mas sim de "crítica"(!). Confira nas palavras dos próprios militantes: "A fidelidade à Instituição não implica, todavia, ausência de análises críticas a seus modelos tradicionais." (http://www.intereclesialcebs.org/caminhadacebs.php)


Falta de reverência e sobriedade caracteriza os encontros das CEB's


Admitem, também, que usam (e abusam) da velha dicotomia ideológica "opressores X oprimidos" e da lógica marxista da luta de classes para fazer a sua doutrinação política (lavagem cerebral?), a fim de gerar a mentalidade desejada entre os trabalhadores rurais e outras pessoas de origem simples que cedem a esse discurso manipulador: "Ao analisar a sociedade capitalista, dividida em classes sociais, a Teologia da Libertação, as CEBs e a Educação Popular têm se utilizado muito da metáfora dos dois times – opressores x oprimidos – amparados na lógica respectiva da opressão x libertação. Na medida em que a pobreza é vista como empobrecimento e exploração não cabem apenas práticas de caridade, mas se fazem necessárias lutas por justiça social. Isso significa um grande avanço político-pedagógico na consciência popular." (http://www.intereclesialcebs.org/caminhadacebs.php)

Linguagem política muitas vezes obscurece a espiritualidade nas Missas

Bandeiras de "movimentos sociais" de extrema-esquerda não faltam nas fileiras das CEB's

Com todo esse discurso subversivo, com toda essa doutrinação ideológica dirigida a pessoas quase sempre semi-alfabetizadas e com poucos recursos conceituais para avaliar a correspondência entre o discurso esquerdista e a realidade, o mínimo que as CEB's tem conseguido facilmente lucrar para a esquerda política é uma incrível massa de eleitores desinformados para partidos como o PT, o PSoL, o PSTU, o PCdoB, o PCB e o PCO. E, assim, repetindo à exaustão um discurso "socialista" razoavelmente convincente, eles seguem fazendo propaganda político-partidária dentro da Igreja, contra a [doutrina da] Igreja e com o aval da CNBB!





Cumplicidade com os abusos litúrgicos que ocorrem em todo o Brasil e subversão do próprio rito da Missa de Paulo VI (Dom Isnard)


Os "progressistas" sequer respeitam as rubricas da já "inculturada" versão brasileira do Missal de Paulo VI

Apresentações culturais inadequadas e sincretismos são constantes, mesmo durante as Missas

"Um bispo brasileiro confessou que passou a perna na Congregação para o Culto Divino. Aproveitando-se da confiança que o papa Paulo VI lhe depositou, Dom Clemente Isnard, OSB, conseguiu a aprovação de um Missal cujo texto já havia sido reprovado por Roma. Isso aconteceu durante o Concílio Vaticano II. " (http://ocatequista.com.br/archives/10898)




Alianças com movimentos gayZistas, femiNazis, depredadores (MST), ditadores estrangeiros e partidos comunistas para perpetuar o PT no poder através de um sinistro projeto de "reforma política"

Projeto de Lei de Reforma Política promovido pela CNBB em parceria com sindicatos, ONG's e "movimentos sociais" (alguns deles com histórico de crimes e discursos antidemocráticos de extrema-esquerda), poderá perpetuar o PT no poder: http://pensararealidade.blogspot.com.br/2013/12/reforma-politica-pode-se-tornar-golpe.html


No discurso, os "progressistas" gostam dos pobres. Na prática, gostam de ricas agremiações de extrema-esquerda.


Padre Mauro, vereador pelo PT de Registro/SP, ao lado de colega comunista

Frei Betto junto ao ditador Fidel Castro, que domina Cuba e subjuga seu povo há 55 anos




Leonardo Boff e Hugo Chávez

Dom Leonardo Steiner, secretário-geral da CNBB, junto a Jandira Feghali, deputada do Partido Comunista do Brasil. defensora da legalização do aborto e do totalitarismo de esquerda




Dom Leonardo Steiner, secretário-geral da CNBB, recebe sorridente um representante do governo totalitário comunista da China, que proíbe a existência de fiéis católicos leais ao Papa no país


Dom Pedro Casaldáliga, famoso bispo assumidamente marxista, abraçado ao tirano Fidel Castro


Compactuação com o infanticídio indígena culturalmente "justificado" por uma antropologia relativista (CIMI)


"Recentemente, o Conselho Indigenista Missionário da CNBB fez lobby político contra um projeto de lei que puniria agentes da FUNAI que não salvassem crianças indígenas do infanticídio. Ou seja, o direito à vida, que supostamente é defendido pelos bispos contra o aborto, não é válido para os menores indígenas. Nas palavras de alguns acólitos do Conselho Indigenista, isso criaria “preconceito” contra os índios." (Fonte: http://www.midiasemmascara.org/artigos/religiao/12659-os-dois-senhores-da-cnbb.html)


Crianças deficientes ou gêmeas são enterradas vivas com a cumplicidade da Funai e do braço indigenista da CNBB



"O assunto é gravíssimo, e para nós, católicos, ganha mesmo ares de escândalo que o Conselho Indigenista Missionário (CIMI) tenha entre seus principais colaboradores gente que lance sobre este assunto um olhar relativista, que chega ao absurdo de afirmar que o infanticídio praticado por indígenas não é uma morte, assim como o aborto não é a morte de um ser humano." (http://contra-o-aborto.blogspot.com.br/2010/03/infanticidio-indigena-estranha-teoria.html)


Transferência de dinheiro doado pelo povo fiel durante a Campanha da Fraternidade para um movimento de agitadores e vândalos


Entre os Black Blocks, comunistas e anarquistas se destacam
"Morelli [líder dos Black Blocks] diz que a Defensoria Social [ONG que funciona como um braço de apoio ao Black Blocks] também foi abastecida pelo Fundo Nacional de Solidariedade, da CNBB. A CNBB negou os repasses. Morelli ainda relacionou entre seus contatos os padres católicos Combonianos e a Central Operária Boliviana." (http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2013/11/bblack-blocs-afirmam-que-sao-financiadosb-por-ongs-nacionais-e-estrangeiras.html)


Membros do grupo que a CNBB teria ajudado a financiar com dinheiro dos fiéis
Grupo é acusado de depredações ao patrimônio público e privado e violência contra policiais


Formação de militância política juvenil marxista e fanatizada (PJ)

O famoso guerrilheiro argentino Ernesto Guevara é considerado um herói por militantes da PJ


Bandeiras vermelhas e apoio aos projetos da esquerda política são características dos "PJteiros"

É lamentável constatar que um dos ícones da chamada "Pastoral da Juventude" é Ernesto "Che" Guevara, acusado de ter perseguido e assassinado inocentes, inclusive homossexuais, artistas e, claro, dissidentes ideológicos! No vídeo que segue Guevara defende a política de fuzilamentos do regime cubano:



Assista também estes três breves vídeos sobre o grande "herói" da juventude "PJteira": 







Promoção do discurso e da agenda totalitária dos partidos radicais de esquerda (Grito dos Excluídos)


Campinas/SP - "Grito dos Excluídos" frequentemente é usado para promover campanhas políticas de candidatos da esquerda


Natal/RN - A foice-e-martelo, símbolo sob o qual foram violentamente oprimidos e assassinados cristãos de diversos países, hoje desfila em passeatas organizadas pela própria Igreja no Brasil


Rio de Janeiro - Feminismo radical e comunismo sendo promovidos em uma passeata supostamente "católica"


"Direitos Coletivos Já!", exige a faixa dos militantes - Coletivismo socialista exterminou 100 milhões de pessoas no século XX



Igatu/CE - Militância LGBT e de outros "movimentos sociais" contrários à moralidade cristã marcam presença no "Grito"


Congonhas/MG - deputado federal "padre" João (que abandonou o ministério sacerdotal e se tornou deputado pelo PT) discursa no trio elétrico. O arcebispo de Mariana (diocese à qual pertence a cidade de Congonhas) Dom Geraldo L. Rocha, foi presidente da CNBB antes de Dom Raymundo Damasceno.
Militantes do PSTU aproveitando o evento bancado com doações dos fiéis para fazer sua doutrinação ideológica

Petistas uniformizados também dão o seu recado

Militante feminista (de roxo) junto a socialistas do PSTU no "Grito" de Congonhas


Whelton "Leleco" Pimentel de Freitas (de amarelo), vereador do PT em Ouro Preto/MG no trio elétrico do "Grito"


"Leleco" aqui aparece junto à ex-guerrilheira e atual presidente Dilma Rousseff

O vereador, sorridente, posa ao lado do homem acusado de alguns dos maiores crimes políticos já cometidos no país


Apoiado por padres influentes e sendo um nome forte na "dimensão sociopolítica" da Arquidiocese de Mariana, "Leleco" parece não ver problema algum em usar a Igreja para promover sua carreira política no PT

 
"Grupos feministas e homossexuais se aproveitam do Grito dos Excluídos para promover aborto e ideologia de gênero" (http://www.acidigital.com/noticia.php?id=20028)



Em São Paulo, bandeiras do MST e do movimento LGBT desfilam até no interior da Catedral da Sé, lugar que deveria ser reservado para a oração e o respeito aos valores cristãos



Fomento à subversão da doutrina cristã e da liturgia católica (apoio aos "teólogos da libertação")

Apenas um entre muitíssimos exemplos que infelizmente poderíamos citar aqui:  


"Frei Luís Carlos Susin, professor da PUC do Rio Grande do Sul, foi convidado para apresentar, na 
 Assembléia Geral da CNBB, uma “análise de conjuntura” [...] Perguntar não ofende. Dom Raymundo Damasceno, presidente da CNBB e criado Cardeal há pouco: como o senhor permite tamanha afronta ao magistério de Bento XVI debaixo do seu eminentíssimo nariz? O repertório de desaforos é tão vasto que até o arranjo de altar usado por Bento XVI é chamado de “contaminação da volta do sacro arcaico”." (http://fratresinunum.com/2012/05/29/a-analise-e-a-desconjuntura-eclesial-na-assembleia-geral-da-cnbb-frei-convoca-episcopado-a-nao-temer-roma-e-sobrou-ate-para-o-altar-do-papa-para-os-blogs-restauracionistas-com-comentarios-e-par/)



Falta de oposição ao marxismo cultural e à degradação moral promovida pelo MEC

Dom Eugênio Rixem, bispo "progressista" influente na CNBB, foi criticado em 2011 por uma polêmica campanha de prevenção contra a AIDS realizada em sua catedral: 

"Inacreditável. Diocese de Goiás faz campanha de combate a Aids distribuindo preservativo e estimulando a promiscuidade [...] A Catedral foi totalmente “ornamentada” para esta ocasião com faixas e cartazes colocadas na fachada e dentro da Igreja, com frases totalmente de estímulo a fornicação e promiscuidade." (http://www.adf.org.br/home/2011/01/inacreditavel-diocese-de-goias-faz-campanha-de-combate-a-aids-distribuindo-preservativo-e-estimulando-a-promiscuidade/)

Dom Rixem, que foi presidente da Comissão para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB, também se irritou contra os clérigos conservadores que denunciaram a agenda abortista e anticristã do PT durante as campanhas eleitorais de 2010 e disse que as denúncias contra o PT eram "falsas" (http://fratresinunum.com/2010/10/06/luta-fratricida-na-cnbb-ii-dom-rixem-nao-toca-no-assunto-aborto-e-critica-bispos-ligados-a%C2%A0%E2%80%9Cmovimentos%C2%A0conservadores%E2%80%9D/ e http://www.olavodecarvalho.org/semana/101011dc.html).



Dom Rixen posa para foto ao lado do Grão-Mestre da maçonaria goiana

Dom Demétrio Valentini, outro "progressista" influente na CNBB e presidente da Cáritas Brasileira (uma entidade católica que deveria ser apenas caritativa, mas que está cada dia mais política), também se posicionou ao lado do PT e em oposição ao movimento pró-vida nas eleições de 2010. (http://fratresinunum.com/2010/10/06/pt-e-dom-demetrio-valentini-denunciam-crime-eleitoral-de-ala-ultra-conservadora-da-igreja/)


Dom Demétrio Valentini discursando em loja maçônica


A CNBB também manifestou-se abertamente contrária aos esforços do deputado Marcos Feliciano para conter a agenda política do movimento gayzista. Agenda esta que inclui, entre outras coisas, a promoção do homossexualismo nas escolas públicas:

"Como devemos compreender uma entidade dita "católica" apoiando tudo aquilo que é contrário 


à sã doutrina da Igreja? [...] Ela apóia Marcos Feliciano contra a intimidação LBGT? Que nada! 

Os católicos de esquerda, entre os quais os bispos de passeata da Teologia da Empulhação, apoiam 

a agenda homossexual. Apoiam grupos pró-aborto e pró-kit-gay nas escolas. A nota, publicada 

no site da CNBB, no dia 22 de março de 2013, foi um tapa na cara dos verdadeiros católicos deste 

país. Resta-nos saber se a CNBB é realmente uma entidade da Igreja Católica ou dos militantes do 

PT, já que a sua declaração em nada diverge do governo federal. [...] A CNBB usa uma palavra 

curiosa: "não retroceder". Não retroceder em relação a o que? O governo federal deve ensinar a  

"naturalidade" do homossexualismo nas escolas, para crianças de seis a oito anos?" (http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/14016-caso-marco-feliciano-a-cnbb-nao-me-representa.html)

Em nova declaração polêmica, Dom Steiner reivindicou "amparo legal" do Estado para as uniões gays

Como comentário final para este post, aproveito as palavras de Leonardo Bruno em artigo para o portal Mídia Sem Máscara:

"Os dois senhores da CNBB [...] O relativismo moral e ético das maquinações parlamentares da CNBB é mais que visível. É virtualmente delinquente. E o catolicismo? Jogaram na privada. A confissão religiosa é petista. [...] A CNBB, na Campanha da Fraternidade de 2010, dizia que não se pode servir a Deus e ao dinheiro, [...] Qual senhor a CNBB serve? A Igreja de Cristo ou a religiãozinha laica do PT? (http://www.midiasemmascara.org/artigos/religiao/12659-os-dois-senhores-da-cnbb.html)